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6 ferramentas de planejamento estratégico para alavancar seu negócio

Quais ferramentas de planejamento estratégico você tem usado na sua empresa? Uma gestão desenvolvida a partir de metas e objetivos é fundamental para o crescimento da organização, que assim é capaz de atingir resultados satisfatórios.

As ferramentas ajudam os gestores a tomar as decisões corretas e a definir aonde querem que o empreendimento chegue, bem como a direcionar esse desenvolvimento da melhor forma. Neste post, você vai conhecer seis dessas soluções e entender como cada uma delas pode ajudar a administração da companhia. Confira!

1. Matriz SWOT

Forças, fraquezas, oportunidades e ameaças (strengths, weaknesses, opportunities and threats — SWOT) compõem uma ferramenta popular quando o assunto é gestão estratégica. A Matriz SWOT aborda a empresa de duas maneiras: de dentro para fora e ao contrário, ao observar como o mercado influencia suas atividades.

Nessa análise, é possível avaliar o que é interno e pode ser mudado com facilidade, sem deixar de pontuar os fatores externos que não podem ser alterados. Os quatro pontos são analisados dentro da matriz, em uma observação que busca ajustar aspectos importantes diante das características do empreendimento.

Forças

Essa etapa analisa as vantagens e as forças internas da companhia, que a colocam como um concorrente forte e relevante no mercado. Esses pontos de destaque podem ser tecnologia, equipe especializada, bons gestores e outros.

Fraquezas

É nessa fase que são avaliadas as fraquezas da organização. Ou seja, aqueles fatores que ela sabe que a prejudicam ou impedem seu desenvolvimento.

Oportunidades

Esse estágio avalia quais oportunidades externas a empresa pode aproveitar para se desenvolver. Elas podem vir do mercado, de subsídios governamentais, da queda da moeda estrangeira e assim por diante.

Ameaças

Aqui, são analisados os fatores externos que podem ser prejudiciais às pretensões do negócio. Isso inclui cenários econômicos e políticos instáveis no país, além de um mercado enfraquecido.

2. Forças competitivas de Porter

Essa é uma ferramenta de planejamento estratégico voltada à análise do mercado: ou seja, de como o ambiente externo influencia a atividade da empresa. Para isso, as cinco forças de Porter são acionadas. Confira-as em detalhes a seguir.

Rivalidade entre concorrentes

Esse ponto analisa o nível de concorrência que o mercado impõe à empresa. É fundamental fazer essa avaliação antes de entrar em um novo segmento, por exemplo.

Poder de negociação de clientes

Se mais empresas oferecem opções distintas do mesmo produto, o cliente tem seu poder de negociação aumentado. Com várias alternativas, há a pressão para que sejam praticados preços mais baixos.

Poder de negociação de fornecedores

Os fornecedores são parte fundamental do cenário empresarial. Quanto mais diferenciado o produto que oferecem, mais caro podem cobrar por ele. Em contrapartida, se há um grande volume de pedidos, a flexibilidade de preço aumenta.

Ameaça de novos produtos

Essa análise observa produtos para substituir o que a empresa vende ou pretende vender. Essa troca acontece quando há opções similares, com a mesma eficiência e preço menor, ou mercadorias muito melhores com preço competitivo.

Ameaça de novos concorrentes

Se o mercado não é tão restritivo, podem surgir novos concorrentes. Esse é um fator relevante e que ajuda a medir se a empresa tende a ser referência ou apenas mais uma em meio a um mercado saturado.

3. SMART

Uma ferramenta de planejamento estratégico bastante direta é a que analisa o que é específico, mensurável, alcançável, relevante e temporizável (specific, measurable, achievable, relevant and time-based — SMART). A ideia é definir os objetivos da organização e propor metas para direcionar a atuação estratégica.

O planejamento é feito com o suporte desses conceitos. Por isso, passa pelas cinco etapas fundamentais da SMART. Acompanhe!

Específico

Quanto mais específica a meta, mais fácil de ser compreendida, absorvida e executada. Essa deve ser uma preocupação fundamental dos gestores no planejamento estratégico.

Mensurável

É fundamental que as metas e os objetivos sejam mensuráveis. Assim, pode-se acompanhar como eles se desenvolvem de maneira concreta.

Alcançável

Objetivos realistas podem ser atingidos, ainda que seja necessário esforço. É preciso ter esse discernimento ao definir os caminhos da companhia. Metas irreais demandam trabalho que não chega a lugar algum.

Relevante

A estratégia da empresa precisa ser direcionada a objetivos relevantes. Podem ser, por exemplo, aumento do faturamento, maior alcance no mercado ou expansão da marca.

Temporizável

Em quanto tempo a companhia quer alcançar a meta? Essa informação permite atingir os objetivos sem prolongar demais os esforços e em um período interessante.

4. Análise 360º

A análise 360º é uma ferramenta voltada ao momento prévio da implementação de um novo produto, um serviço inovador ou a abertura de um novo empreendimento. Assim, uma avaliação completa permite entender se o investimento realmente vale a pena.

Entre os pontos levados em consideração, a análise 360º considera aspectos pontuais para determinar:

5. Matriz BCG

Desenvolvida pelo Boston Consulting Group, a Matriz BCG é a ferramenta que ajuda a empresa a definir exatamente o que vai vender. E isso é feito com base em avaliações seguras e que permitam perspectiva.

Essa é uma análise essencial na gestão estratégica e considera o que realmente faz diferença para o negócio, de forma a definir a melhor tática antes de colocar um produto no mercado. Tudo isso é avaliado por meio de quatro classificações de produto.

Vacas leiteiras

O nome curioso deixa clara a situação: produtos com grande potencial de retorno, sem que sejam necessários investimentos altos.

Estrelas

Nessa categoria, apesar das grandes margens de lucro obtidas, os produtos demandam investimentos mais altos.

Pontos de interrogação

Esses produtos requerem investimentos altos, mas trazem rendimentos compatíveis. Geralmente, estão nessa classe os produtos novos, em mercados recentes e em desenvolvimento.

Abacaxis

Itens com baixa probabilidade de crescimento, mas que demandam uma análise mais profunda sobre os custos de produção e disposição ao mercado. Geralmente, aqui ficam as ideias descartadas.

As ferramentas de planejamento estratégico são fundamentais e trazem a possibilidade de análises pontuais e profundas. Seu uso oferece resultados mais precisos para o empreendimento.

E você, como tem feito esses processos na sua organização? Já está preparado para se tornar um CEO? Veja como conseguir a partir desses cinco passos valiosos!